Paramore é matéria destaque no The New York Times

Paramore fotografado para o New York Times em 29 de março, 2017 em Nashville, Tennessee. (Eric Ryan Anderson/Contour by Getty Images)

Nashville – Hayley Williams precisava de uma pausa do seu “cabelo de Paramore.”

Há mais de uma década, enquanto ela se estabelecia como uma das cantoras de rock mais dinâmicas de sua geração, Srta. Williams era reconhecida por suas franjas dramaticamente cortadas e pintadas de cores violentas, tipicamente os tons mais barulhentos de vermelho, laranja e rosa. “Eu tinha um corte de cabelo que podia assassinar você” ela falou sobre o look que a ajudou a ser um ícone na Warped Tour set.
Ainda que sua banda, Paramore, trabalhasse para transcender os dogmas de seu genro restrito  ao longo de quatro álbuns ambiciosos, levando o momento pop punk do myspace pro Grammy e pras paradas da Billboard amplamente por causa da força da voz da Srta. Williams, a cantora, agora com 28 anos, começou a se sentir presa em um certo tipo de visual.
Ano passado, encarando uma depressão profunda em meio à mudanças pessoais em uma banda complicada por elas – e se questionando sob uma quantidade enorme de problemas e de sua vida adulta – Srta. Williams “optou por uma ficha limpa”, ela disse, com seu cabelo atualmente platinado escondido sob uma touca.
“Você pode querer se agarrar às maneiras de ser adolescente por quanto tempo quiser, mas uma hora a vida te acerta muito forte” Srta. Williams, uma presença poderosa que mal atinge 1,60m, explicou mês passado, falando pela primeira vez sobre o período tumultuoso desde que o Paramore lançou um álbum, em 2013. “Eu nem sabia se a gente ia fazer outro álbum” ela disse “Teve uma hora que eu nem queria que isso acontecesse, mas depois eu quis que acontecesse mas não sabia como a gente ia fazer isso.”
Paramore, de alguma forma, conseguiu novamente. Em 12 de maio, a banda vai lançar o “After Laughter”, seu quinto álbum, introduzindo uma nova formação – cada álbum do Paramore tem uma combinação diferente de membros ao redor de Williams – e, mais notavelmente, um novo som. Ao invés das cordas poderosas e riffs hiperativos de sua adolescência, Paramore mergulhou em texturas mais limpas e rítmicas dos anos 70 e 80, devendo à sua recente obsessão com Talking Heads, Tom Tom Club, Cyndi Lauper e Blondie