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Hayley Williams e Chad Gilbert anunciam separação

Em um post em seu Instagram Hayley Williams publicou uma mensagem anunciando que ela e Chad Gilbert estão se separando. O relacionamento durou 10 anos e há um ano e meio havia se concretizado com o casamento. “Há vida real por trás dessas palavras em preto e branco. Noites sem dormir e procrastinação e tristeza e medo…”. Confira o post e a tradução:

“Tantas outras coisas vão além de colocar uma declaração juntos do que qualquer um jamais verá. Há vida real por trás dessas palavras em preto e branco. Noites sem dormir e procrastinação e tristeza e medo… Infelizmente, isso tudo acaba parecendo a mesma coisa. Como alguma merda publicitária.
Nós dois estivemos juntos pela melhor parte de 10 anos. Nós crescemos juntos e estivemos ao lado um do outro através de muitas coisas boas e de muitos desafios. Há um desafio em tentar entender o seu próprio coração no contexto de um relacionamento… e há bondade em considerar outro coração, mesmo apesar do seu próprio. Casamento não é para os fracos de coração. Amor é um risco absoluto. E cabe a cada um de nós continuarmos esperançosos mesmo quando o resultado não é o que originalmente esperávamos.
Nós queremos declarar publicamente – claramente e apenas dessa vez – que estamos nos separando. Nós também sentimos que é importante declarar que ficaremos bem e, na verdade, nós continuamos amigos próximos que são bons aos olhos um do outro. Isso é algo pelo qual somos profundamente gratos. Mesmo que situações como essa possam parecer como uma derrota. Nós continuaremos encorajando e apoiando um ao outro pessoalmente e profissionalmente.
Esperançosamente, vocês irão entender que os aspectos pessoais do que estamos passando não são para ninguém mais carregar. Apenas nós. Permitir que as pessoas possam ir além desse momento em nossas vidas seria como desonrar nossa história juntos e nossa habilidade em seguir em frente com integridade. Obrigada aos fãs das nossas bandas por toda a bondade que vocês têm mostrado a nós dois durante tantos anos. Obrigada às nossas famílias e amigos por nos amarem em todas as nossas estações.
Hayley e Chad”

 

 

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Por Damaris Albertuni
Em entrevista à VICE, Hayley fala sobre as pressões do meio artístico

Hayley Williams: “tudo vai ser tudo”

A líder do Paramore, de fala sincera e cabelo frequentemente rosa, cresceu com seus fãs – mas o novo álbum, “After Laughter,” fala em um novo nível sobre as pressões e os prazeres de crescer com o rock.

 

Hayley Williams está saltitando ao redor do palco do Royal Albert Hall, em Londres, com um sutiã de uma fã na cabeça. O público, que há tempos abandonou os assentos marcados e agora se esmaga junto na frente do palco, grita com alegria enquanto o riff ousado de xilofone da abertura de “Hard Times” soa. O lugar está estremecendo com tanta alegria que as letras da música parecem quase que comicamente fora de lugar. “All that I want is to wake up fine” [“Tudo que eu quero é acordar bem”], Williams canta, pisando com força a cada palavra conforme o sutiã voa da sua cabeça, “Tell me that I’m alright, that I ain’t gonna die” [“Diga-me que estou bem, que não vou morrer”]. Para uma música sobre viver embaixo da nuvem negra da depressão, ela tem uma enorme batida.

Essa contradição tonal corre pelo coração do quinto álbum do Paramore, After Laughter. As sinceras reflexões do álbum, sobre autosabotagem, depressão e o resultado de relacionamentos quebrados são envoltos em um alegre pop sintético inspirado nos anos 80. Apesar de, inicialmente, ela ter se preocupado com o fato de que a coisa toda poderia parecer discordante – especialmente porque o Paramore construiu seus dez anos anteriores como uma banda de punk-rock, fervendo com uma raiva adolescente –, a abordagem provou-se catártica para Williams. Seu lema, inspirado por seus heróis de infância The Cure e Talking Heads, é “cry hard, dance harder” [“chore muito, dance muito mais”].

Falando ao telefone de Los Angeles, Williams reflete em canalizar suas lutas internas para a música, as pressões incapacitantes da fama (particularmente para uma artista feminina), e o por que de ela ser grata por estar viva.

Há uma linha de pessimismo no After Laughter que vocês abraçam e rejeitam ao mesmo tempo, conforme o álbum anda. Como um todo, onde você acha que isso pousa?

Eu tenho brincado ultimamente que eu sou uma realista em recuperação. Na época que nós escrevemos [nosso terceiro álbum] Brand New Eyes, eu parei de me deixar ser esperançosa e sonhadora demais, porque eu senti como se toda vez que eu era guiada pelo meu coração e não pela minha mente, eu terminava sendo ferida. É algo com o que eu venho lutando muito na minha vida. Eu parei de pensar em termos do que eu poderia sonhar e comecei a pensar sobre o que era realmente possível. Eu não acho que isso seja ruim, mas eu também quero sonhar um pouco. Eu passei por coisas nos últimos anos onde, se eu não tivesse meus sonhos, se eu não tivesse um jeito de procurar a luz no fim do túnel, seria simplesmente inútil tentar sobreviver aos meus dias. É difícil responder onde eu acho que isso realmente pousa, mas eu acho que o álbum todo meio que me acompanha, tipo, “bem, hoje eu estou sofrendo porque eu só quero sonhar e eu quero muito ter expectativa sobre alguma coisa”, e então no dia seguinte eu acordo e é tipo, “urgh. Eu não vejo o pino de luz no final do túnel. Ele se foi, e eu tenho que me concentrar no que está na minha frente”. Talvez isso seja algo para as outras pessoas decidirem, e colocar no contexto de suas próprias vidas.

Quando você percebeu que a música estava se movendo nessa direção, você se preocupou que não seria apropriado para acompanhar com letras tão sombrias?

Sim, eu estava muito preocupada. Eu falei para o Taylor por cerca de seis meses, “você tem que me trazer uma melodia triste, por favor”. Taylor poderia escrever a coisa mais feliz que você já ouviu enquanto ele passa por algo muito pesado na própria vida. Eu quero lidar com as coisas dessa maneira de vez em quando, onde eu posso apenas flutuar acima [dos meus sentimentos], mas também reconhecer que eles estão lá. Eu estava tão dentro da minha própria cabeça, foi difícil. Graças a Deus, o Taylor escreveu aquelas músicas, porque eu ficaria tão assustada se eu tivesse que passar por tudo aquilo de novo toda a vez que eu cantasse. Eu quero ser capaz de espantar algumas dessas coisas dançando. Eu continuo falando, “chore muito, dance muito mais”. E é como eu me sinto, estando no palco e tocando aquelas músicas, eu fico tipo “cara, a vida é realmente difícil às vezes, mas eu vou tentar e pegar isso no meu ritmo e pisotear por tudo isso, e dançar e passar por esse dia da melhor maneira que eu puder”. Então eu estou realmente grata pela relação entre a melodia e as letras, é realmente curador. Há uma coisa tão boa para mim em sentir inteiramente cada emoção, quase de uma vez, e realmente saber que você está viva.

Você mencionou mais cedo que você está muito dentro da sua própria cabeça. Em “Idle Worship”, você lida com as pressões de servir como modelo – o que é uma frustração tão compreensível – mas quanto daquela pressão você sente que era interna, e quanto era externa?

Eu me encontrei em um estado de espírito realmente estranho nos últimos anos, onde eu estava passando por essas coisas na minha vida pessoal, mas nós tínhamos acabado de sair desse álbum de sucesso. As pessoas viriam até mim na minha cidade natal e teriam fotos minhas em um tipo de pose de super-heroína em suas camisetas, e eles falariam “oh, você é perfeita, eu me inspiro em você há tanto tempo”. Eu nunca descartei nada do que eles falaram porque é a verdade para eles e eu aprecio isso, mas o que eu não conseguia relevar era o quanto aquilo contrastava com a maneira que eu me enxergava. Eu apenas me senti tipo, “wow, essa pessoa que eu estou encarando não faz ideia que eu provavelmente estou me saindo pior do que elas. E elas estão pedindo por conselhos, e estão falando que eu sou perfeita”. Isso me deixou muito braba comigo mesma por não estar naquele nível, e eu nunca poderia estar. E isso me fez pensar, “eu me pintei como alguém que pode lidar com isso? Será que eu fiz isso comigo mesma?”. Eu fui para casa não muito tempo depois daquilo, escrevi em cima de uma música que o Taylor tinha me entregado há semanas e semanas, e finalmente consegui colocar tudo para fora.

Às vezes eu me pergunto se artistas mulheres são colocadas em um padrão mais alto quando se trata de ser um modelo.

Eu concordo totalmente com isso. Existem tantas partes mais sutis nessa conversa que eu experimento diariamente, e às vezes eu não consigo nem identificar isso, apenas sei que está acontecendo. Nós estávamos saindo do aeroporto ontem, e ultimamente nós temos recebido paparazzis nos aeroportos. Nosso gerente de turnê perguntou “você quer ir direto para a van?” e eu fiquei tipo “quer saber, eu quero – porque eu não me sinto confortável tendo uma câmera enorme na minha cara, eu fico com muita ansiedade e começo a tremer – mas eu não quero ir a menos que Taylor e Zac venham comigo. Se eu for e ninguém mais for comigo, então eu serei a babaca, eu serei aquela que deixa os colegas de banda para trás”. São essas escolhas sutis que eu tenho que fazer, que são em antecipação ao fato de eu ser um alvo apenas por ser uma mulher em uma banda. Eu tento não me pintar em uma luz de vítima, porque eu me sinto forte. Eu fui colocada nessa vida e eu sei que posso lidar com isso, mas eu definitivamente sinto. Eu definitivamente sei o que é ser colocada em um padrão que é simplesmente impossível e inalcançável.

Você falou sobre como você sente que está vivendo as músicas do After Laughter em tempo real. É um desafio falar e cantar sobre sentimentos nos quais você ainda está no meio?

Se eu pudesse ter planejado isso, eu teria dito “deixe-me colocar minha vida em ordem, descobrir as respostas para todos esses problemas e então nós lançaremos um álbum, e eu serei capaz de falar nessa plataforma sobre como tudo vai ficar bem”. Mas eu não quero ser a porta-voz de “tudo vai ficar bem”. Eu só quero falar “tudo vai ser tudo”. Eu não sei o que isso significa para alguém que não é quem eu sou, mas tudo que eu posso fazer é acordar, cantar uma música que eu amo mais do que tudo no mundo, e então ir para casa e deitar minha cabeça e ficar realmente orgulhosa de mim mesma por fazer isso. Eu sou tão grata por viver essa vida com meus melhores amigos. Essas são as pessoas com quem eu fui para a escola junto, e nós começamos uma banda e de alguma maneira nós estaremos tocando em um programa de TV ao vivo hoje à noite, apresentando essas músicas que escrevemos juntos. Isso tudo apenas me deixa muito grata e orgulhosa por simplesmente estar viva e sentindo.

 

Fonte: Notícia originalmente publicada por Vice e traduzida por Claudia Dalmuth

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Por Claudia Dalmuth
NPR: “Em tempos díficeis, Paramore liga para os anos 80”

Paramore para o The New York Times, maio de 2017.

O Paramore já foi descrito como Emo, pop-punk, grunge e rock, mas apesar do genro, o adjetivo “chiclete” sempre se aplicou à sua música. O mesmo pode ser dito do último lançamento da banda do Tennessee, o After Laughter. Inspirado pesadamente em sons dos anos 80, o álbum é cheio de sintonia e pep.

“Quando começamos a escrever, era verão, e… Eu só queria ficar de boa.” O guitarrista principal Taylor York disse “Eu estava escutando bastante Afrobeat e estávamos escutando bastante new wave, tipo The Cure e Talking Heads… Nos anos 80, principalmente no início, tinha tanto poliritmo e tantas batidas legais, e o jeito que as melodias dançavam umas com as outras era realmente inspirador.”

Mas por mais que o After LAaughter tenha músicas que soam alto astral, as letras são pesadas. O Paramore enfrentou uma boa porção de dificuldades – um processo, rompimentos públicos, membros da banda indo e voltando – desde que se formaram em 2004. A líder Hayley Williams falou abertamente sobre seus desafios com depressão, enquanto o baterista Zac Farro e seu irmão Josh deixaram o Paramore em 2010 (Zac voltou à banda recentemente).

Lakshmi Singh: Fale sobre a escrita e produção de Hard Times. A música soa muito feliz, mas se você escutar a letra você percebe que é uma musica emocionalmente difícil.
Hayley Williams: É, o álbum tem bastante disso… Eu acho que não poderíamos fazer um álbum, pelo menos liricamente, que combinasse com o tom da música. Mas eu também acho que poder falar desses sentimentos e emoções adicionou ainda mais profundidade. Digo, obviamente tem muita coisa rolando na música e foi interessante colocar algumas palavras nela, mas agora, você escuta de novo e fica tipo “Caramba,obrigada.”, porque eu não quero cantar essas palavras com músicas de ritmo triste. Acho que todos nós ficaríamos miseráveis.

LS: Zac, você e seu irmão, Josh, deixaram a banda em 2010. Essa separação foi altamente pública. Por que você saiu e por que agora foi o momento certo para voltar?
Zac Farro: Bom, meu irmão e eu saímos em 2010 por razões parecidas, mas muitas razões também eram diferentes. O principal motivo pra mim foi de que começamos a banda quando éramos muito novos, eu tinha 13 anos quando realmente começamos a tocar, depois 14 quando começamos a fazer turnês. Parecia que não tinha luz no fim do túnel pra mim enquanto eu mesmo, como pessoa, e eu senti que eu só ia deixar a banda pra baixo com minha atitude e o jeito que eu estava lidando com isso tudo. Por isso achei que o melhor era me retirar.
Muito tempo passou, e eu consegui viver muito da vida que eu precisava viver. Me mudei para a Nova Zelândia por alguns anos e tive alguns momentos que mudaram minha vida. Depois, sabe, tudo meio que colidiu de novo quando o Taylor e eu começamos a nos tornar – digo, a gente sempre foi melhor amigo, mas tivemos esses períodos na vida onde a gente para de se falar um pouco. Tem sido essa coisa estranha e consistente, então eu mal posso esperar pelos próximos anos que a gente não vai se falar. (risos)

LS: Hey, então aparentemente tem uma benção há poucas distâncias.
ZF: Sim, total. Muitas bençãos em todos os lugares se você olhar ao redor.

LS: Ao longo dos anos, menções de sua fé tem aparecido. Vocês dizem que não são uma banda cristã mas que tem fé, como acham que sua fé tem ajudado a manter vocês todos juntos?
Taylor York: Eu acho que quando nós éramos mais novos nós costumávamos ter uma voz mais unificada em termos de, aparentemente, como a gente ia falar sobre fé. E eu não sei se temos isso agora, mas acho que temos mais confidência e união dentro da nossa banda e um jeito mais privado de discutir, e só meio que reconhecer isso. Pra nós eu acho que nossa fé é parte de nosso propósito e o motor que nos mantém andando, e as vezes é subconscientemente, as vezes é conscientemente… A gente sempre vai ficar tentando se resolver com isso, resolver como vamos falar sobre, resolver o que nós realmente acreditamos.

LS: Depressão é tão proeminente nas letras e nesse álbum, mas fé também parece ser central. O que isso significa pra você, pessoalmente?
HW: Sabe, acho que o que temos que lembrar é que somos apenas seres humanos e com isso vem muito…lixo. Todos nós temos nossas montanhas e vales. Algumas vezes você acorda e está no fundo do poço mais baixo,  outros dias você trabalha pra caramba pra chegar no topo da montanha e conseguir olhar ao redor e ver tudo que sobreviveu. Mas acho que a coisa mais importante pra mim é lembrar que não cheguei à esse topo sozinha… Estamos em um ponto agora entre nós três como amigos onde é OK ter suas experiências individuais com Deus e com música, interações, o que quer que seja. Vivemos nossa fé um no outro no nosso próprio jeito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Por Mayara Souza
Hayley Williams escreve nota incrível de agradecimento por lançamento de After Laughter

O After Laughter foi lançado em menos de um mês e já foi muito avaliado por críticos musicais e revistas; para adicionar às vozes que opinam sobre o quinto álbum do Paramore, Hayley escreveu uma nota de agradecimento emocionante em seu Instagram sobre o lançamento do After Laughter e expôs seus pensamentos sobre esta etapa pós-release. Confira o que a vocalista disse na legenda e a tradução do texto que ela postou:

Hayley Williams no festival Weenie Roast, maio de 2017, por Adam Elmakias.

“Estive esperando pela hora certa pra postar meus pensamentos sobre o After Laughter. Me levou todo esse tempo pra me desvencilhar de verdade das musicas que fizemos 💙💛❤️ vejo todos vocês logo:

xxxxxx

After laughter foi lançado há um minuto. Por favor me acompanhem por um segundo?
Um ano atrás nos sentamos com a gravadora e dissemos que queríamos um lançamento que fosse diferente de qualquer coisa que tivéssemos feito antes. Menos focado em vender, vender, vender… e mais sobre amizade e arte e nosso próprio aproveitamento do processo. Nós temos que nos manter inspirados e se importar com nós mesmos como uma unidade, como individuais e como parte de uma larga comunidade criativa que somos agradecidos por participar. Dar liberdade à essas musicas foi mais difícil pra mim e pro Taylor agora do que a última vez, e também foi mais surreal porque Zac foi novamente parte da comemoração e isso ainda é algo o qual me faz me beliscar. Agora que o After Laughter pertence à mais pessoas do que apenas nós, eu sinto que preciso expressar o quão incrível é ter as pessoas o aceitarem pelo que esse álbum realmente é.

(Taylor não leia esta parte). Eu nunca estive mais orgulhosa do meu amigo T. Ele completamente dominou o processo criativo e nos trouxe a novos níveis de criatividade e desafios artísticos. A este ponto, eu li algumas críticas e ver um dos meus melhores amigos e parceiro escritor de música ser comparado à tipos como Lindsey Buckingham é minha glória pura. Ele merece toda quantia de elogio e reconhecimento que ele está conseguindo por ser um cientista musical.

Este álbum também é o primeiro o qual o Zac contribuiu com a escrita. Ele trouxe “Grudges” pro Taylor e os dois fizeram algo lindo que se tornou uma cama para todos os meus sentimentos de ter o Z de volta à minha vida. Ele escreveu pra outras musicas também (tipo rose colored boy, pra nomear outra) e ajudou tanto a transformar o processo de gravação em algo que não mais era sobre estar de luto pelo passado, mas sim honra-lo e ser capaz de olhar pra frente de novo.

Obrigada aos jornalistas que revisaram e escreveram sobre esse novo capítulo da carreira da nossa banda (e das nossas vidas). Vocês todos foram incrivelmente graciosos até agora, especialmente em seu entendimento neste tipo de assunto que eu ainda estou aprendendo a me abrir mais sobre, e ainda mais em se atrever a escrever bem mais do que apenas a infeliz narrativa que tipicamente cerca nossa banda. É incrível ver o jeito que vocês todos descreveram nossas novas musicas e sons. Lindas metáforas e analogias cuidadosas. Obrigada por tratar nossas músicas como nós tratamos – com muito cuidado e consideração. Somos gratos.

O fato de que o Paramore ainda importa me deixa de queixo caído. Eu costumava fazer uma grande coisa do fato de que “Paramore é uma banda”, mas puta merda é muito mais que isso. A musica, o sistema de apoio ao redor disso, as amizades a fraternidade e os lugares para vomitar as verdades pesadas… são todas coisas que, pessoalmente, me mantiveram seguindo em frente nos ultimos anos desde que começamos a escrever o novo álbum. Para todos que estão ouvindo o After Laughter, obrigada por tirar esse tempo e se importar. Eu espero que as musicas te levem a lugares que te rasge e te junte novamente. Porque é esse o poder que a musica pode ter. Oficialmente não é mais apenas sobre nós. O álbum/a musica/as palavras são todas de vocês agora também, e estou animada que eu posso finalmente dizer isso com paz no meu coração antes de nós saírmos para a primeira turne do AL. Obrigada por esperar.”

 

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Por Mayara Souza
Paramore é matéria destaque no The New York Times

Paramore fotografado para o New York Times em 29 de março, 2017 em Nashville, Tennessee. (Eric Ryan Anderson/Contour by Getty Images)

Nashville – Hayley Williams precisava de uma pausa do seu “cabelo de Paramore.”

Há mais de uma década, enquanto ela se estabelecia como uma das cantoras de rock mais dinâmicas de sua geração, Srta. Williams era reconhecida por suas franjas dramaticamente cortadas e pintadas de cores violentas, tipicamente os tons mais barulhentos de vermelho, laranja e rosa. “Eu tinha um corte de cabelo que podia assassinar você” ela falou sobre o look que a ajudou a ser um ícone na Warped Tour set.
Ainda que sua banda, Paramore, trabalhasse para transcender os dogmas de seu genro restrito  ao longo de quatro álbuns ambiciosos, levando o momento pop punk do myspace pro Grammy e pras paradas da Billboard amplamente por causa da força da voz da Srta. Williams, a cantora, agora com 28 anos, começou a se sentir presa em um certo tipo de visual.
Ano passado, encarando uma depressão profunda em meio à mudanças pessoais em uma banda complicada por elas – e se questionando sob uma quantidade enorme de problemas e de sua vida adulta – Srta. Williams “optou por uma ficha limpa”, ela disse, com seu cabelo atualmente platinado escondido sob uma touca.
“Você pode querer se agarrar às maneiras de ser adolescente por quanto tempo quiser, mas uma hora a vida te acerta muito forte” Srta. Williams, uma presença poderosa que mal atinge 1,60m, explicou mês passado, falando pela primeira vez sobre o período tumultuoso desde que o Paramore lançou um álbum, em 2013. “Eu nem sabia se a gente ia fazer outro álbum” ela disse “Teve uma hora que eu nem queria que isso acontecesse, mas depois eu quis que acontecesse mas não sabia como a gente ia fazer isso.”
Paramore, de alguma forma, conseguiu novamente. Em 12 de maio, a banda vai lançar o “After Laughter”, seu quinto álbum, introduzindo uma nova formação – cada álbum do Paramore tem uma combinação diferente de membros ao redor de Williams – e, mais notavelmente, um novo som. Ao invés das cordas poderosas e riffs hiperativos de sua adolescência, Paramore mergulhou em texturas mais limpas e rítmicas dos anos 70 e 80, devendo à sua recente obsessão com Talking Heads, Tom Tom Club, Cyndi Lauper e Blondie

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Por Mayara Souza
Paramore foi a capa da DYI de Maio

DIY’s new issue – free from our beloved stockists – is out today (28th April), also featuring Pumarosa, Perfume Genius, PWR BTTM and some things that don’t begin with P.

Paramore are back, and we’re delighted to have them grace the cover of DIY just ahead the release of their newest album ‘After Laughter’. As Hayley, Taylor and Zac prepare to unleash their fifth album, we head to Nashville to find out how the reunited trio overcame yet more hurdles to bring the album to life.

“It’s weird,” ponders Hayley, on how it feels to be five albums deep and over ten years into their career. “I still feel like we’re really green, especially with this record. It felt like there were so many new things to try and so many new feelings about life – you’re finally all the way over the hump of being able to deny that you’re an adult now. Yeah, this was a crazy record to make.”

The full cover feature with Paramore is in the new, May issue of DIY, out at midday today (28th April). It’s part of an absolutely jam-packed issue, too. We catch up with PWR BTTM out in Austin, Texas to talk all things new album ‘Pageant’ and Liv’s ambitions to become “a yoga mom”, while Perfume Genius spills all on new album ‘No Shape’ and his love of Rihanna. Pumarosa, meanwhile, are gearing up to release their debut album ‘The Witch’, a sprawling first effort that reflects the beauty and toughness of life in London.

We also get in the van with Superfood, King Nun and Pale Waves to spend three days on the buzziest tour of the year, discovering just what makes Dirty Hit the most exciting label in the process.

Elsewhere in this issue, we catch up with those crazy cats in Gorillaz, who tell us all about their new album ‘Humanz’, before joining the brilliant Black Honey for three of their most bonkers live shows yet.

In Neu, we take Pale Waves aside from the tour madness to understand how one (bloody brilliant) single has seen the band turn heads everywhere they go. Joining them in the buzziest Neu section in ages are superstar-in-waiting Sigrid and fascinating Tel Aviv star Noga Erez.

The Streets’ 2004 classic ‘A Grand Don’t Come For Free’ gets our Hall of Fame treatment, while MUNA take our Lucky Dip challenge and JAWS pick their favourite tour lunch stop in our Service Station of the Month.

With even more inside, our absolutely jam-packed issue May issue is out from midday today (Friday 28th April), available free via stockists across the UK, and readable online. If you’d rather have a copy posted to you in person, you can do so (or subscribe!) below. PLUS, we’re giving away a very special double-sided A3 poster of Paramore to anyone who signs up for an annual subscription, ooh-er. Check it out below.

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Por Mayara Souza
AFTER L A U G H T E R | Quinto álbum revisado e montado

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Por kleversonmkt_b955n5la