After Laughter

PARAHOY #3 – Confira tudo o que aconteceu nessa viagem ao paraíso!

2018 já valeu a pena pois trouxe a terceira edição do Parahoy! O cruzeiro, que partiu de Miami e foi até a ilha de Nassau, nas Bahamas, aconteceu entre os dias 6 a 10 de abril e levou os fãs em uma aventura de 4 dias com shows, atividades e muitas brincadeiras com a banda. Este ano marcou o primeiro Parahoy do Zac, nosso queridíssimo baterista! Confira um resumo do que rolou em cada dia dessa viagem!

DIA 1
– Sound Off Silent Disco: a festa silenciosa do Parahoy, onde músicas foram tocadas em fones de ouvidos iluminados com LED!

– DIY Station: local onde os fãs puderam customizar roupas e produtos com a ajuda da equipe do navio!

– Primeiro show: O primeiro show do Paramore no navio trouxe de volta Daydreaming para a set! Não podemos deixar passar a super combinação de look da Hayley com o Joey!

SETLIST
1. Hard Times
2. Looking Up‬
3. That’s What You Get
4. ‪Ignorance‬‬
5. Daydreaming‬
6. Fake Happy‬
7. ‪Pressure‬‬
8. Here We Go Again‬
9. ‪Brighter‬‬
10. ‪Let The Flames B‬egin‬
11. ‪Last Hope‬‬
12. Hate To See Your Heart B‬reak
13. ‪Brick By Boring Brick‬‬
14. Crazy Girls‬
15. ‪Misery Business‬
16. Turn It Off‬
17. Grow Up‬
18. ‪Told You S‬o‬
19. Rose-Colored Boy

Confira o show completo aqui!

DIA 2
GoodDyeYoung Meet Up: Hayley e Brian apresentaram a marca de tintas para cabelo para os fãs.

– Bellyflop: O famoso campeonato de barrigadas que conta com o Paramore como jurados!

– Torneio de Ping Pong!

– Paraoke: O aguardado paraoke teve como vencedora a Haley Morgan!

– Acustico: O Paramore apresentou três músicas acusticas num show bem intimista. A apresentação contou com um cover do Drake com a música “Passionfuit”, além de “Caught in the Middle” e “Misguided Ghosts”.

– Shows: As bandas Now Now, Half Noise e Judah & The Lion se apresentaram no palco principal!

Taylor durante o show do Half Noise!

 

DIA 3
No terceiro dia do Parahoy o navio chegou na Ilha de Nassau, nas Bahamas! Aconteceram atividades durante o dia na ilha, e no final da tarde os fãs retornaram ao navio. O dia contou com mais um show do Paramore e o primeiro live de Grudges!

SETLIST
1. Pool
2. Crushcrushcrush (+ Beat It, do Michael Jackson)
3. Still Into You
4. Forgiveness
5. Caught Myself
6. Decode
7. Let This Go
8. Grudges
9. When It Rains
10. Playing God
11. Idle Worship
12. No Friend
13. Careful
14. Caught In The Middle
15. Everywhere (cover do Fleetwood Mac)
16. Ain’t It Fun
17. 26
18. Hard Times

Confira o show completo aqui!

DIA 4
– Taylor York e Zac Farro fizeram a final de ping pong com os fãs que foram selecionados para jogar com a dupla.

– Q&A: Pergunta e respostas com a banda!

Zac Farro: “Eu não voltei para a banda, eu voltei para a minha família.”

Hayley Williams: “Na época da escola, eu não gostava do meu professor de redação. Eu entregava as letras do Paramore que eu escrevia como tema de casa e ele dava nota baixa para todas.”

– Durante o Q&A, o Paramore recebeu o Certificado de Ouro pelo single ‘Hard Times‘, do álbum After Laughter!

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Por Damaris Albertuni
PARAHOY! #3: fique por dentro de tudo o que rolou no primeiro dia dessa viagem

Ontem rolou o primeiro dia do Parahoy 2018, já contando com um show do Paramore e várias surpresas para os fãs. Vem com a gente embarcar nessa viagem.

Logo de manhã já se era visto imagens do navio e do embarque nas redes sociais, muitos fãs chegaram bem cedo para o check in, e como sempre Paramore deixou esse caminho muito mais divertido, espalhando frases em banner durante o percurso.

Logo que se entrava no navio tinha um palco sendo montado para o shows do dia, que contaria com shows:Local Natives, mewithoutYou, Judah & The Lion e claro Paramore.

Paramore como muitos sabem é uma banda que se preocupa bastante com o assunto sobre saúde mental, assim não  poderiam deixar de lado essa pauta no Parahoy, os psicólogos do Crisis Text Line distribuíram frases de incentivo e positividade em cartões.

Agora indo para a parte que mais estávamos aguardando, o primeiro show do Parahoy. A setlist não deixou a desejar incluindo sucessos antigos e hits atuais, sendo muito elogiado por todos as escolhas das músicas.

SETLIST

Looking Up
That’s What You Get
Ignorance
Daydreaming
Fake Happy
Pressure
Here We Go Again
Brighter
Let The Flames Begin
Last Hope
Hate To See Your Heart Break
Brick By Boring Brick
One of those crazy girls
Misery Business
Turn It Off
Grow Up
Told You So
Rose-Colored Boy

E OBVIAMENTE NÃO PODERÍAMOS DEIXAR DE FORA DESSA POSTAGEM O MAIOR EXEMPLO DE AMIZADE JOEY E HAYLEY VESTIDOS COM A MESMA ROUPA

Fiquem por dentro em tempo real do Parahoy através das nossas redes sociais, principalmente o twitter. E tenham todos uma ótima viagem.

 

 

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Por Hana Naromia
O poder da terapia

Hayley virou matéria da Alternative Press e da Tenho Mais Discos Que Amigos, após abordar mais uma vez como é importante falarmos sobre depressão e como é necessário procurar ajuda.

A lista de razões pelas quais nós amamos a Hayley Williams continua crescendo. Williams levou para a mídia social para alertar os fãs a procurar terapia ou conversar com alguém, se precisarem (Alternative Press)

Momento sério: se eu não tivesse feito terapia e/ou tivesse um mentor com quem eu pudesse falar sobre as coisas difíceis da vida, eu não sei o que seria de mim. Se você precisa de ajuda, não subestime o poder da terapia e da conversa. Solte tudo para fora. Muito amor para vocês 🙏🏼

E caso você precise de ajuda, ou alguém para conversar, tem o telefone 188, você pode ligar lá, além do chat, e-mail, só procurar por CVV – Centro de Valorização da Vida 

Depressão é assunto sério, e precisamos trata-lá.

 

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Por Hana Naromia
Hayley Williams e Lindsey Byrnes em protesto nos Estados Unidos

Foto por Lindsey Byrnes

Na última semana, ocorreu uma série de protestos contra o porte de arma em todos o Estados Unidos. Essa pauta já foi muito abordada no país, mas tomou força principalmente após casos de tiroteios, como o que matou 17 pessoas em uma escola de ensino médio em Parkland, na Flórida, em fevereiro passado.

Nos Estados Unidos é assegurado pela segunda emenda o porte legal de armas para a população. Tem sido discutido para a retirada da segunda emenda da constituição mas até o atual momento nada foi feito, e o presidente dos Estados Unidos afirma que não pretende tirar.

Obviamente Hayley não ficou fora da onda de protestos marcando presença na marcha de Nashville junto a Lindsey Byrnes.

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Em seus instastories foram postados vídeos delas se preparando e indo para o protesto que ocorreu no ultimo dia 23.

 

 

We are arming teachers with guns or giving the kids an education?

 

Como todos sabem Paramore é uma banda engajada em causas sociais. Em seu twitter na semana do protesto Hayley postou algumas coisas pertinentes:

ESTUDANTES! VOCÊS SÃO PODEROSOS! Obrigado por liderar esta mudança. Estou com vocês até o fim. Este fim de semana será histórico-> se você quiser apoiar ir para https://marchforourlives.com assinar a petição e/ou confirme que estará para a marcha.

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Por Hana Naromia
“Broadway Does Paramore” – Paramore é homenageado em espetáculo da Broadway

É isso mesmo! O Paramore será homenageado amanhã, 12 de março, em um espetáculo musical da Broadway, em Nova York, no clube The Green Room 42. A apresentação acontece às 21:30 horário local, 22:30 horário de Brasília. Confira a sinopse do espetáculo a baixo:

Marissa O’Donnell (SHREK o Musical) apresenta “Broadway Does Paramore,” uma noite maravilhosa de energia e angústia alternativa! Cante junto com algumas das vozes pop/rock mais populares da Broadway. Para os fãs de hardcore emo-pop “Misery Business” e para os corações arruinados “The Only Exception,” você está entrando em uma noite para relembrar com o “Broadway Rocks Paramore” no The Green Room 42! Junte-se a nós para uma noite incrível com os sucessos “That’s What You Get,” “crushcrushcrush” e “Still Into You.”

Elenco:
Danny Quadrino, Brynn Williams, Katie Ladner, Sissy Bell, Sean Green, Jr, Marissa O’Donnell, Gabi Campo, Devin Lewis, Aury Krebs, Dan Rosales, Stephen Langton, Lindsey Carothers, Drew , Cameron Anika Hill e Brandon Kalm

Diretor Musical:Dan Garmon

Banda: Mikel McCavana, Beth Callen, and Lloyd Kikoler

Arranjos adicionais: Jeff Daye

Produtor: Courtney Alexandra

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Por Damaris Albertuni
Tour Four

Caso não tenha acompanhado (ou tenha perdido alguma coisa), nós separamos uma revisão da Tour Four para você. Vem com a gente relembrar os melhores (e piores) momentos do Paramore dessa ultima turnê.

Vamos começar com as datas, primeiramente foram marcadas apenas datas na Austrália e na Nova Zelândia, porém com os shows se aproximando foram sendo marcados novos shows para complementar a turnê, e que no final ficou assim:

Todos os shows da parte australiana e da Nova Zelândia da turnê contaram com a abertura da banda de indie pop Bleachers, o qual é um projeto musical de indie pop do Jack Antonoff (você deve se lembrar dele da banda Fun, daquela música “tonight we are young so let´s set the world on fire” então ele mesmo), tendo dois álbuns de estúdio e cinco singles, um desses o qual é uma parceria com a cantora Grimes.

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Agora que vocês conhecem os personagens, vamos para a história. A turnê se da inicio em Melbourne no dia 8 de fevereiro, e o Paramore já é recepcionado com um painel feito pela artista Danielle Weber, muitos fãs australianos tiraram fotos com esse mural que ficou simplesmente maravilhoso (Fake Happy Vibes).

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O setlist do show não contou com muitas diferenças do setlist usado na Tour Three (na verdade nenhuma diferença) mas os fãs puderam matar a saudades.

SETLIST

HARD TIMES

IGNORANCE

STILL INTO YOU

FORGIVENESS

THAT’S WHAT YOU GET

I CAUGHT MYSELF

POOL

HATE TO SEE YOUR HEART BREAK

TOLD YOU SO

IDLE WORSHIP

NO FRIENDS

MISERY BUSINESS

AIN’T IT FUN

GROW UP

FRENCH CLASS (HALFNOISE COVER)

ROSE COLORED BOY

Taylor durante apresentação do Paramore em Melboure, foto por BETHANY MAFRICI

Agora vamos viajar para Sydney, contendo o mesmo setlist de Melboure, o show do dia 9 foi resenhado com críticas muito positivas como a do colunista Heather Mcnab, que em seu texto aborda temas como a desenvoltura do Paramore no palco, e enfatiza um elogio a setlist do show, que segundo ele se compararia as setlists dos Parahoy de 2014 e 2016, trazendo sucessos antigos e mesclando com o álbum atual, não deixando ninguém decepcionado.
“O lema que foi trazido para a frente com After Laughter que é “Cry Hard, Dance Harder” foi definitivamente algo que se sentiu em toda a platéia com emoções em alta para alguns fãs que ressoaram com muitas músicas sendo tocadas e trazidas à vida […]
[…] em suma, o show foi um dos mais belos shows de luzes, energia incrível e todos sentiram isso. Se você não foi ao show, eu realmente sinto muito que você perdeu algo que eu acho que todo fã alternativo deveria ter vivido. Se você ama todos os álbuns que foram lançados ou você ama os antigos, acho que o Paramore sempre faz um show que não deve ser desperdiçado.”   (resenha completa)

Zac em Sydney com o Paramore, fotografo: Peter Zaluzn

 

Aterrizando em Brisbane, temos Hayley e Brian visitando a exposição da artista Yayoi Kusama, exposição que estave em São Paulo poucos meses atrás, e toda essa inspiração se transformou numa make maravilhosa.

 

 

Um pouco antes de começar o show, quando os fãs já estavam dentro do local, ocorre uma tempestade, e todos são obrigados a se retirar pela segurança. O que atrasou o show, mas que não foi cancelado.

 

https://twitter.com/paramore/status/962606711017271296

 

Mas o real holofote foi para o discurso da Hayley sobre Misery Business. Faz um certo tempo que a Hayley tem sido alvo de várias perguntas sobre a letra de Misery Business, e sempre ela tem debatido isso, e colocando em pauta que ninguém é a mesma pessoa de 10 anos atrás. E na noite do dia 11 não foi diferente, durante a música, antes da Hayley chamar algum fã para o palco ela fala:

“Em 2006, nós escrevemos uma música que diz como as pessoas nunca mudam. E diz muita muita coisa que eu tenho plena certeza que eu não quis dizer e que eu tinha um senso errado, e estou dizendo isso pela primeira vez. Nós vamos cantar juntos, mas hoje vamos usar essa música como nós quisermos e vamos declarar que pessoas na verdade mudam e isso é uma coisa boa e segundo vamos declarar que nós não precisamos ser quem costumávamos ser.”   (vídeo do discurso)

 

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Hayley na apresentação com Paramore em Brisbane, fevereiro de 2018.

 

Dia 13 foi vez da Nova Zelândia receber o Paramore para mais um show da Tour Four. Começamos o dia com Taylor tomando um sol na praia.

 

 

Indo para o show, damos destaque para IGNORANCE que tem ganhado uma roupagem nova desde a Tour Two, e que não decepcionou os fãs, uma apresentação cheia de energia com o megafone.

Como em praticamente todos os reviews, Paramore é visto como uma banda cativante, e que consegue deixa ninguém parado no show.

“Paramore é bem conhecido por tratar seus fãs como se fossem membros da família.” –  Sarah Kid (review completa)

No dia 16 de fevereiro, quando estava previsto para ocorrer o show de Jakarta, o Paramore anuncia através de suas redes sociais o cancelamento do show, além do show em Manila que viria na sequência. Isso tudo se deu devido a uma infecção de garganta que a Hayley teve, e tentando se recuperar para pelo menos conseguir finalizar a Tour Four, por recomendações médicas adiou os shows.

Em sequência eles já reagendaram um dos shows, o de Manila, para o dia 23 de Agosto desse ano, e estão caminhando para reagendar o de Jakarta, em uma nota de esclarecimento o Paramore explicou tudo bem direitinho, e você pode conferir a tradução aqui.

Hayley até brincou em seu twitter como ela estava aparentando no dia em questão.

 

Zac e Taylor também se pronunciaram reforçando o reagendamento das datas

 

Seguindo de Jakarta diretamente para o Japão para tentar diminuir o número de voos, temos o Paramore com o Zac desbravando a comida japonesa em seus instastories, Hayley tentava se recuperar da infecção.

Antes mesmo de subirem ao palco, Paramore teve que lidar com críticas sobre o adiamento dos shows de Manila e Jakarta. Primeiro no instagram do Justin York, o qual rebateu o fã:

 

E logo depois no próprio instagram do Paramore respondeu um fã um tanto quanto irritado com a situação toda:

E apesar de tudo no dia 21 de fevereiro, com 8 anos de hiatos de show no Japão, Paramore volta aos palcos para show em Tóquio. 

Como era de se esperar, voltam com a força total, nesse show contaram com a abertura da banda Survive Said The Prophet, uma banda de rock oriunda do Japão.

O setllist se manteve o mesmo desde o primeiro show, mas que vimos o Zac entrar de cabeça no palco.

Para recordar Hayley fez um remake de uma foto dela em Tóquio de 12 anos atrás, e realmente certas coisas nunca mudam. 

 

Antes mesmo de sair do Japão, Paramore já marca sua passagem de volta, e confirma presença no Summer Festival em Agosto desse ano. Esse festival já foi palco para um show em 2009, que temos a icônica roupa de marinheiro.

 

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Agora apertem os cintos porque nossa viagem está chegando ao fim, e eu espero que vocês não tenham esquecido a saia havaiana. No dia 22 de fevereiro Paramore chega para o último show da turnê, Honolulu, estamos no Havaí.

A última vez que Paramore tinha ido ao Havaí tinha sido em 2011, e que vocês com certeza se lembram dessa foto:

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Paramore fez um show cheio de energia boas vibrações, e deixando ninguém ficar parado, além das belíssimas fotos postadas em suas redes sociais.

A imagem pode conter: 1 pessoa, no palco, tocando um instrumento musical, show e noite

Agradecemos a quem nos acompanhou por essa longa jornada. De tempestades, a infecções respiratórias, passando pelas praias para um bom bronzeado, e comidas exóticas, chegamos ao fim da Tour Four, e que venha a Tour Five, Six, Seven…

Desejamos a todos uma ótima viagem.

 

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Por Hana Naromia
Amigos em Jakarta e Manila, aqui é a Hayley.

Paramore cancela alguns shows da Tour Four devido a uma forte infecção de garganta que a Hayley teve, confira aqui a tradução da nota de esclarecimento:

Eu queria escrever pessoalmente isso e dizer a vocês que eu venho lutado contra uma dor de garganta e infecção respiratória nos últimos 2 dias. É uma doença bem chata mas se eu estivesse capaz de ter minha voz, eu e o pessoal teríamos feito o show essa noite de qualquer forma.

Infelizmente, minha garganta não melhorou e o resto dos meus sintomas só pioraram.

Depois de obter um diagnóstico oficial de um médico aqui em Jacarta, nossa equipe decidiu que seria a coisa certa adiar o show hoje a noite em Jakarta, bem como o próximo show em Manila para depois. Voltaremos a Manila no dia 23 de agosto e trabalhamos com os promotores para garantir uma data para o nosso retorno à Indonésia. Guarde seus ingressos se você já os tiver. Para ser clara – o motivo para também atrasar o show de Manila é reduzir a quantidade de viagens que teríamos que fazer nos próximos dias da turnê. Temos viajado MUITO nesta turnê. Viajar de avião pode dificultar a cicatrização por causa do ar seco, reciclado, da altitude extrema e do fato de que os aviões são basicamente apenas placas de petri voadoras. Diminuindo os vôos e tendo aqueles poucos dias fora de folga deve dar aos meus antibióticos tempo para arrasar e permitir que meu tempo de voz se recupere de toda essa tosse.

Por enquanto, estou em cuidados médico e vou descansar o máximo possível para que não tenhamos que adiar mais shows nesta turnê. Sinto muito por desaponta-los, isso inevitavelmente acontecerá a todos que estão ansiosos por esses dois shows. Eu não sei o que eu posso dizer para aliviará essa decepção.
Estamos ansiosos para voltar à Indonésia desde a nossa primeira viagem em 2011. As pessoas que construíram uma comunidade em torno do apoio para nossa música aqui são tão especiais. E estávamos tão prontos para voltar para Manila porque cada show que tocamos para nossos amigos filipinos foi um momento irado. Estamos voltando para você, então fique atento até agosto.

Última coisa, para aliviar o humor, se isso for possível: google “The Cryptkeeper – Crypt Jam” … uma semelhança assustadora com o que eu soo (e pareço) como agora.

Hayley

 

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Por Hana Naromia
“Não importa o que fazemos, estamos sempre deixando as pessoas decepcionadas” – Taylor York para a The Brag

O Paramore concedeu uma entrevista recente ao The Brag, de Sidney. A banda comenta sobre o novo álbum, sobre suas raízes pop punk e como teve que traçar seu próprio caminho no cenário musical. Lembrando que a Tour Four terá inicio em 8 de fevereiro e passará por quatro cidades australianas.

Lançado após um hiato de gravação de quatro anos, o novo álbum de Paramore, After Laugher, foi considerado pela Rolling Stone, entre outros, um dos melhores álbuns de 2017 – mas provou ser um lançamento polarizador para seu devoto público pop punk e emo. “Para ser sincero, nunca podemos ganhar”, diz o guitarrista Taylor York. “Como artista, você quer tocar novas músicas; coisas pelas quais você está inspirado. Tentamos mostrar às pessoas uma nova era; uma era em que atualmente estamos”.

Enquanto o Paramore sempre pareceu autoconfiante e orgulhoso de suas raízes do pop punk, a nova confiança da banda vem da tentativa de se afastar de uma certa imaturidade – embora eles saibam que serão criticados por isso. “Não importa o que fazemos, estamos sempre deixando as pessoas decepcionadas, e eles dirão coisas do tipo ‘Por que você não tocou isso?’. Nós tentamos não nos abalar com isso, mas sempre nos importamos”, explica York. “Nós passamos tanto tempo pensando: ‘Certo, como colocamos todas as músicas no set?’. Queremos que seja especial para os nossos fãs que nos apoiam há muito tempo, mas também eles nos ouviram tocar as músicas tantas vezes, então …”

A tonalidade da guitarra em faixas como ‘Hard Times’ consegue se manter fiel ao som original da banda sem parecer um pop chato; algo que é difícil de fazer sem parecer desagradável e que foi feito para vender. De fato, a banda está mais orgulhosa do After Laughter do que de qualquer outra coisa que eles já lançaram – mesmo que Williams admita que a gravação do álbum trouxe á tona sua própria bagagem emocional. “Foi difícil de escrever, embora tenha sido muito divertido. Nós fizemos coisas que não estávamos acostumados a fazer – coisas que realmente gostamos”.
Ao longo do álbum, com sua voz ousada e a instrumentalização exuberante que se desenrola ao redor dela, Williams traz a lembrança de Lesley Gore de 1963 cantando sobre o sofrimento adolescente em ‘It’s My Party’. Faixas como ‘Rose-Colored Boy’ explodem com a cor, a vida e acima de tudo, a rebelião – nessa música Williams canta: “Apenas me deixe chorar um pouco mais, não vou sorrir se eu não quiser”.

Zac Farro, o baterista original, passou os últimos cinco anos fazendo música com sua banda HalfNoise, mas com o After Laughter, ele está de volta. Enquanto ele estava ocupado, o tempo longe do grupo permitiu que ele desenvolvesse uma visão mais ampla e clara que trouxe algo mais verdadeiro às músicas. “Eu me sinto como um compositor, tirar esse tempo de turnê me fez aprender mais sobre minha paixão por escrever música”, explica Farro. Ele descreve seu retorno ao Paramore e o entrosamento na composição junto com Hayley e Taylor como “sem esforço”.

A banda sempre tentou fazer suas próprias coisas. Embora alguns membros da mídia tenham notado uma certa camaradagem sônica entre Paramore e os seus companheiros de gravadora – bandas como Fall Out Boy e Panic! At The Disco – eles sempre se sentiram um pouco de fora. “Foi meio estranho para nós, crescer e … tipo, nós nunca tocamos com o Panic”, diz Williams. “Eu acho que foi uma atmosfera realmente legal, especialmente para as bandas que apoiaram essa cena em que fazíamos parte … Porém nós nunca achamos que nos encaixávamos completamente e precisamos traçar o nosso próprio caminho, então tomamos medidas ao longo da última década para tentar reforçar a nossa individualidade como uma banda e encontrar a nossa própria voz em um mar de bandas jovens e que estavam se divertindo tocando músicas realmente punk. “Por último, eu diria que temos muita sorte de ter crescido tocando e fazendo turnês no momento em que fizemos; tipo, estar onde estamos e olhar os nossos vinte e tanto anos e relembrar tudo o que passamos é incrível. Agora que somos mais velhos, temos uma visão ainda mais clara de onde queremos ir. Nós podemos pegar as lições que tivemos e sermos mais confiantes em onde queremos ir.

Para muitos jovens seguidores do emo, Williams foi uma das poucas heroínas femininas em uma cena superlotada e dominada pelos homens. Felizmente, isso está começando a mudar, e Williams abraça o surgimento de novos pedidos de igualdade de gênero – embora ela não tenha a intenção de idolatrar algo. “Não acredito que nenhum ser humano seja digno de ser adorado porque todos nós temos exatamente a mesma capacidade de machucarmos uns aos outros, nos machucar, e geralmente fazer uma absoluta bagunça da vida que nos deram”, explica Williams. “E limitá-lo para a questão da masculinidade e do gênero é difícil. Claro, os meninos precisam começar a ver exemplos de vulnerabilidade e respeito pelo sexo oposto ainda muito jovens. Mas também não deve ter a ver apenas com gênero e sexualidade. Deve ter a ver com a humanidade e a coexistência. Estou cansada de ver pessoas falando de arrependimento e não de um lugar de inteligência real sobre o assunto. Tem que haver uma conversa educativa e compassiva para que possamos antecipar estes problemas antes de se transformarem em uma verdadeira dor.”

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Por Damaris Albertuni
Zac Farro: “Voltar a essa banda realmente salvou a minha vida”

O Paramore recentemente concedeu uma entrevista à revista inglesa Big Issue North. A conversa foi um Perguntas&Respostas onde o trio comentou sobre como foi o ano de 2017 e as expectativas para 2018:

O trio está começando 2018 com uma tour de seu álbum de synth-pop After Laughter, tocando na Manchester Arena em 19 de janeiro. Eles nos disseram que não irão para a cama logo após o show.

Big Issue North: A maioria das pessoas ainda está com seus moletons pós-Natal, mas você está saindo em turnê.

Hayley Williams: Parece uma boa maneira de começar o ano. A turnê que fizemos no Reino Unido e na Europa no ano passado foi incrível – foi a primeira turnê do After Laughter e a primeira vez que nós três estávamos no palco para uma turnê juntos, então é legal voltar agora, temos todo o ano de 2017 na bagagem para fazer um show maior e com mais coisas. Será bom sentir mais confiança no palco com o que estamos fazendo.

Big Issue North: Esse é o maior show até agora?

Taylor York: Nós costumávamos estar neste modo em que queríamos que cada turnê crescesse e fosse maior e com uma super produção. Era tudo sobre crescer, mas acho que estamos num ponto agora onde queremos fazer o melhor show possível. Porém não estamos tentando fazer isso grande para apenas ser algo grandioso – estamos tentando montar um show em que acreditamos. Estamos entusiasmados com a música, com o show e com a forma como foi montado, então, nesse sentido, é a maior coisa que já fizemos pessoalmente.

Big Issue North: Como foi 2017?

Zac Farro: Este ano para mim, pessoalmente, foi o mais produtivo que eu tenho tido em anos. Voltar a essa banda realmente salvou a minha vida – ter essa oportunidade, essa segunda chance. Foi um ano difícil, trabalhamos muito duro e aconteceram muitas coisas em nossas vidas pessoais, mas nós tocamos em alguns dos melhores locais para mim. O ano como um todo tem sido realmente positivo e encorajador, depois de tantos anos tocando algumas dessas músicas há mais de 10 anos, de alguma forma, gostamos mais do que nunca. Então eu estou realmente orgulhoso de nós.

Big Issue North: Toda vez que conversamos com uma banda, o homus parece ser uma das comidas mais populares nos ônibus de turnê. A vida saudável é rock & roll agora – isso começou com vocês.

Hayley: Eu nunca declarei que me privo de tudo, mas acho que fazer escolhas com base em seu próprio coração e não com base na pressão é algo que as pessoas lidam o tempo todo, desde a escola até a sua morte. As situações mudam dependendo do ambiente e as escolhas que você precisa fazer tendem a ficar mais complexas à medida que nos tornamos mais velhos. Me lembro de crescer na estrada e estar em torno de todas essas bandas mais antigas e isso pareceu legal, e eles eram maiores do que nós pois não passávamos de crianças terminando a escola e voltando para a van tentando fazer um próximo show. Agora que somos mais velhos, estamos na estrada desde 2005, não consigo imaginar como deve ter sido para as bandas nas décadas de 1980 e 1990 que lidavam com problemas, e que de alguma forma, conseguiram manter suas responsabilidades como banda. Há muito para se preocupar, eu penso, de acordo com as escolhas que você faz e por que você as faz. Você pode ser alguém que gosta de viver na estrada e gosta de sair para tomar uma bebida sem parecer uma estranha caricatura de uma estrela do rock. Nós nunca fomos isso e adoramos trabalhar. Mas eu não quero pintar uma foto de um grupo de pessoas perfeitas na estrada, indo para a cama logo após o show.

Big Issue North: A decisão foi consciente de se afastar do pop punk com este álbum?

Taylor: Quando começamos essa banda, éramos realmente muito jovens. Eu e o Zac nos conhecemos quando tínhamos 11, 12 ou 13 anos, então quando você ouve a música que fizemos naquela época, é muito diferente de onde estamos agora, 15 anos depois. Você definitivamente quer honrar e respeitar de onde veio e o que fez, mas se fizéssemos a mesma música, não seriamos mais uma banda. Estávamos conscientes de mudar o estilo, mas não apenas para fazer algo diferente, mas sim para fazer algo que gostaríamos de ouvir e que mostrasse nossas influências, mais do que no passado. Eu acho que, depois de tantos anos estando em uma certa cena e se posicionando no palco de uma certa maneira [precisávamos mudar], porque mesmo se você tentasse fazer as mesmas músicas, seria como uma cópia do que você já fez antes.

Big Issue North: Quais são suas expectativas para 2018?

Zac: Pela primeira vez, com este álbum – nos nossos vinte e poucos anos – nós experimentamos estar presentes e unidos de uma maneira verdadeiramente autêntica, enquanto trabalhamos duro e criamos arte com o que acreditamos. Em 2018, estamos ansiosos para continuar a turnê, sair e fazer shows, mas mantendo nossas cabeças no lugar certo para que então possamos fazer algo real por um bom tempo. Existe muito estresse na industria da música para ser sincero, e estamos tentando descobrir como nos manter saudáveis, como continuar no caminho para criar arte e ainda dar aos fãs e as pessoas que gostam da nossa música um ótimo show. Então, estamos apenas avançando e tentando descobrir isso ao mesmo tempo.

 

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Por Damaris Albertuni
“Eu estava vivendo a minha própria tempestade” – Hayley Williams para a Fast Company

Recentemente Hayley Williams conversou com a Fast Company e refletiu sobre seus dois últimos anos e comentou sobre como o novo álbum se relaciona ao cenário político atual e a temas sociais.

A líder da banda de pop-rock explica como seu álbum de 2017, “After Laughter”,  se transformou em um recorde com ressonância social.

“Por tudo o que sei, o melhor acabou e o pior ainda está por vir” a líder do Paramore canta na primeira frase de “Told You So”, um dos singles do aclamado álbum da banda, After Laughter, que apareceu em várias das melhores listas de 2017.

Embora ela escreveu esta música (e a maioria das outras faixas dançantes e pop do álbum) em 2016, suas letras se incluem em uma certa onda de 2017, uma mistura de tristeza e um sincero, um pouco desesperado, desejo de autoconsciência. Para muitos de nós, o ano passado foi sombrio, diversas manchetes e opiniões de pessoas que você conhece (ou siga no Twitter) vindo para você com toda a força. Seguindo nosso caminho de volta à 2017 – seus tiroteios em massa, sua revolta política, suas “falsas novidades” – é como caminhar por um vazio sem fim.

Foi um ano em que cada peça de arte teve o potencial de significar algo politicamente – mesmo quando discutimos assuntos do coração. Williams, de 28 anos, experimentou isso de primeira mão ao escrever o After Laughter. “Nunca fomos uma banda política…Nós não somos o Pussy Riot, e eu sei disso”, ela disse durante uma entrevista recente à Fast Company. “E nem penso que somos o Green Day. Nós realmente gostamos de falar sobre questões profundas do coração e as coisas que as pessoas lutam em silêncio ou sozinhas”.

Mas em 2017, essas reflexões pessoais sobre perda e ansiedade também refletiram as perdas e as ansiedades de uma nação liderada por um presidente que ameaça regularmente a guerra nuclear em explosões de 280 caracteres. Foi assim que o Paramore encontrou-se escrevendo seu álbum mais político até agora. Trechos do álbum como “A realidade vai acabar com seu coração/Sobreviver não será a parte mais difícil/É manter todas as suas esperanças vivas/Quando todo o resto de você morreu” se conecta com os constantes alertas de ataques, cada um aparentemente trazendo piores notícias do que os últimos.

Enquanto isso, em “Rose-Colored Boy” Williams canta sobre um amigo que afirma ser otimista sobre as mudanças no mundo, mas ela simplesmente não está sentindo o mesmo. “As guerras estão aumentando/E eu tirei os meus óculos”, ela proclama.”Você diz ‘nós temos que olhar para o lado positivo’/Eu digo ‘bem, talvez, se você quiser ficar cego.'” Ela fala sobre uma tensão específica entre aqueles que são diretamente afetados por certas decisões políticas (especialmente mulheres e negros) e aqueles que estão satisfeitos com a forma como as coisas estão, ou esperançosos para mudanças positivas. (Se o menino cor de rosa quer fazer a “America Great Again” ou promulgar reformas de justiça social, não está claro). Aqui, Williams se concentrou em um caso específico e ampliou seu olhar para destacar uma mudança mais abrangente na forma como os relacionamentos funcionam quando as crenças ideológicas se chocam.

Embora Williams não se propusesse a fazer um álbum político, era quase inevitável no contexto de como vivemos atualmente – e o After Laughter mostra como as ansiedades pessoais e políticas eram indestrutíveis em 2017 (e provavelmente serão para o futuro previsível). “Eu acho que este é o ano em que tive que parar de me enganar e achar que estou isenta de me irritar com situações políticas”, ela reflete.

Crescendo em Mississippi e em Tennessee, Williams experimentou uma divisão política em casa, causada por homens que eram agressivos sobre suas crenças e causavam conflitos com outros membros da família. “A política era um assunto horrível, realmente horrível quando eu era criança”, ela diz. “Era sempre no Natal, eu me lembro, detestava quando começavam a falar sobre política. Minha mãe não, mas os homens que ficavam a minha volta. E eu nem estava madura o suficiente para saber o que eles estavam falando, mas eu sabia que era desagradável.”

Para Williams, 2016 e 2017 foram também anos de luta pessoal e de auto-avaliação. Ela e o marido, Chad Gilbert, anunciaram sua separação em julho. Enquanto isso, o Paramore teve conflitos públicos com um ex-membro da banda – O membro fundador Josh Farro deu uma entrevista em 2016 onde falou sobre tensões dentro da banda. “Eu estava vivendo a minha própria tempestade, em casa, no meu relacionamento e em minhas amizades também,” disse Williams. “E questionando o que eu queria fazer com a minha vida em geral, se eu queria uma plataforma, se eu queria estar em uma banda e criar música.”

Esses momentos deram origens à músicas que estariam ligadas ao público de uma forma mais ampla. “Todos nós vivenciamos nossas experiências pessoais, mas as pessoas ainda iriam se identificar,” ela afirma. “[O Paramore foi] capaz de falar sobre saúde mental, política e amor de uma forma mais ampla e mais universal”.

Mas refletindo sobre o ano, ela reconhece que a diferença entre o pessoal e o político é cada vez maior. E isso é parte do porquê o After Laughter está tão relacionado com trechos como, “Tudo o que eu quero é um buraco no chão/Você pode me dizer quando estiver tudo bem para eu sair.” Embora ela possa não estar se referindo abertamente aos líderes políticos, esse sentimento de querer se esconder até que tudo tenha acabado é verdadeiro, especialmente se você estiver passando por problemas pessoais em um momento de agitação política. “Eu sinto que você pode escrever uma música que foi inspirada pelo que estamos passando enquanto uma nação e enquanto pessoas sobre uma mesma perspectiva.” diz Williams. “Você pode escrever sobre isso sem ser, como, eu falando sobre o presidente.”

Essas realizações levaram Williams a sentir um senso de responsabilidade sobre o que o Paramore escreve e como ela pode usar sua plataforma. Ela diz que “acha que nunca escreverá um hino político,” mas no After Laughter ela redefine o significado disso. As suas músicas não possuem a mesma força de enfrentamento que as do punk, mas te atingem como uma faca no peito.

“Foi muito interessante ouvir as pessoas relacionarem o nosso álbum ao ano que tiveram por conta do clima político e pelas questões sociais que estamos passando, e pela ansiedade colocada nos jovens e nas pessoas que são minorias.” diz Williams. “Eu acho que nenhum de nós [como artistas] está isento do peso e da responsabilidade que nos foi colocada para nos ajudar a avançar e criar mudanças saudáveis.”

“Eu acho que isso vai mostrar o impacto psicológico das coisas que nós falamos,” ela comenta. “E eu acho que isso também é importante”.

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Por Damaris Albertuni